Descrição
Encadernação: Brochura
Medidas: 16 x 23
ID: 1725368
Ano: 2005
Conservação: Bom. Lombada e capas desgastadas, páginas amareladas e/ou com manchas de oxidação, sem comprometer o conteúdo impresso.
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A Coluna Prestes
Autor: Hélio Silva
Assunto: Documento. História. Política
Código de Controle (ID): 1725368
Resenha
1926 – A grande marcha dá continuidade ao Ciclo de Vargas, conjunto de livros que marcou época dentre historiadores e público em geral ao propor uma leitura dos acontecimentos da história moderna brasileira.
Mesmo assim, 1926 – A grande marcha pode ser lido independentemente dos outros volumes que compõem O Ciclo.
Este tomo abrange o período de 29 de outubro de 1924 a 2 de janeiro de 1930.
Começa com os revolucionários de do Segundo 5 de julho abandonando São Paulo para que a cidade não seja destruída, pois a rebelião ficara circunscrita, sem propagação nacional.
Isidoro Dias Lopes, Miguel Costa e seus companheiros de Coluna, de São Paulo sobem o Rio Paraná e na foz do Iguaçu fazem junção com Luís Carlos Prestes, João Alberto e os gaúchos da Coluna do Sul.
Aí nasce a Coluna Prestes, que percorre mais de 33 mil quilômetros em dois anos e três meses, semeando a revolução, despertando o sertão e alertando as cidades.
Prestes transforma-se em mito: já é O Cavalheiro da Esperança que termina por se internar na Bolívia com seus homens famintos, maltrapilhos, as armas descalibradas, sem dinheiro, mas invictos e arautos do inconformismo.
Depois dessa primeira parte, que reconstitui, minuciosa e documentadamente, a epopéia da Coluna Prestes, a obra detém-se nas lutas pela sucessão de Washington Luís, quando surgem as candidaturas de Júlio Prestes e Getúlio Vargas, nascendo então a Aliança Liberal e organizando-se as Caravanas democráticas que, percorrendo o Brasil, pregam a renovação dos costumes políticos e invocam o nome de Prestes.
Mas, agora, é Vargas quem personaliza a Esperança.
As peripécias, marchas e contramarchas, incidentes e percalços desse agitado período da história republicana – em que fermenta e germina o ideal revolucionário que vai empolgar a nação e sublevar o povo – são evocados com apoio em rica, inédita e substancial documentação, jamais reunida por nenhum estudioso do assunto.
Testemunha e participante da campanha política desse tempo, Hélio Silva trouxe a público, pela primeira vez, documentos secretos dos arquivos particulares de Getúlio Vargas, Osvaldo Aranha, João Neves, Borges de Medeiros, Flores da Cunha, Lindolfo Collor, para enumerar apenas uns poucos.