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Diário da Traça

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O Diário da Traça é uma espécie de Twitter privado da Traça - aqui postamos pequenas mensagens sobre o dia-a-dia da empresa, bibliotecas que compramos, novidades do mundo editorial e até alguns de nossos pequenos dramas profissionais.  Uma espécie de balcão de livraria, com aquela conversinha amistosa e simpática.
Exibindo itens de 2841 a 2860 de 2860
23/05/2018 15:00 por Alexsander
Encontramos entre diversos materiais uma publicação institucional da Força Aérea Brasileira - FAB, datada dos anos 60, na qual revela a origem da nossa intenção de integração, segurança e pioneirismo para a região de Manaus, onde o Ministro da Aeronáutica da época - Márcio de Souza e Mello, pronunciou: "Às Forças Armadas - especialmente a FAB - sempre coube um papel pioneiro de desbravamento de nossas áreas mais carentes de recursos”. O mesmo salientou também que o desenvolvimento e a ocupação da Amazônia seriam questões importantes para uma integração definitiva daquela área ao patrimônio nacional, trazendo assim sua abertura à civilização. A obra mostra, através de imagens, a realização do início desse trabalho que continua vivo até a atualidade nessa região.





23/05/2018 09:36 por Rabujo
Acabei de lançar uma lista com livros de Philip Roth (falecido ontem) em nossa homepage. Ingenuamente, procurei uma imagem sorridente dele para ilustrar o box...mas só encontrei fotos com expressões tristonhas e pensativas. É mesmo mais adequado.

23/05/2018 08:54 por Felipe
Mais um achado da Traça!

Aqui vemos um caderno de telegramas da antiga empresa espanhola Via Transradio. Quando se destacavam todas as folha era possível utilizar o mapa ilustrado da Espanha de um lado e visualizar os escudos das províncias espanholas do outro.


 




21/05/2018 10:16 por Eliana

Chegaram nesta segunda aqui no setor do cadastro alguns exemplares das Aventuras de Calvin e Haroldo.

Calvin and Hobbes ou Calvin e Haroldo no Brasil é uma série de tiras criada, escrita e ilustrada pelo autor norte-americano Bill Watterson e publicada em mais de 2000 jornais do mundo inteiro entre os anos de 1985 e 31 de dezembro de 1995.

Calvin é um garoto de seis anos com muita personalidade e  tem como companheiro Hobbes (Haroldo), um tigre de pelúcia, mas que para ele está tão vivo como um amigo verdadeiro. Para algumas visões, essas fantasias de Calvin constituem uma fuga à cruel realidade do mundo moderno para a personagem e uma oportunidade de explorar a natureza humana para o autor.

No Brasil, a tradução do nome foi por alguns criticada, já que os nomes dos personagens são inspirados no reformador religioso do século XVI, João Calvino, um dos pais do cristianismo protestante e em Thomas Hobbes, o filósofo inglês do século XVII que tinha aquilo que Watterson chamou de "uma visão obscura da natureza humana".

Ficou curioso ou querendo reler essas tirinhas? Logo os exemplares estarão disponíveis na loja ou no link acima!


21/05/2018 09:24 por Francisco



De nossas terras, temos aqui a revista de uma das casas de shows mais tradicionais do estado carioca: a Scala, apresentando o seu espetáculo Golden-Rio, numa edição de 1º aniversário.

O Scala foi fundado em 1984 no Rio de Janeiro no bairro Leblon e funcionava como um estabelecimento para Teatro de Revista, bailes, festas, eventos e confraternizações. Mas, tradicionalmente o período mais importante na agenda da casa era durante o Carnaval carioca, que oferecia festas temáticas todos os dias, e nas noites de terça-feira, véspera da Quarta-feira de Cinzas, a casa recebia o tradicional Gala Gay (apelidado como "Scala Gay"), baile LGBTS, que encerrava as comemorações carnavalescas na cidade.

O Scala teve as atividades encerradas em 2010, por decisão da 4ª Vara de Fazenda Pública em ação proposta anos antes. O imóvel pertencia ao patrimônio da Previdêncio do Estado do Rio de Janeiro e estava cedido ao empresário espanhol Francisco Recarey, que mantinha dívidas para com o estado do Rio. Após a devolução do imóvel, foi realizado o leilão do lugar pelo governo estadual.

Assim como as outras revistas sobre casa de shows que passou por aqui, esta também apresenta um registro marcante das noites festivas cariocas, mostrando toda a beleza, elegância, importância, o charme e o motivo do porque que esses espetáculos sejam tão icônicos em nossa sociedade.

21/05/2018 09:23 por Francisco



Estão aqui no setor de cadastro algumas revistas  que vieram de renomados cabarés do mundo, nesse caso, de duas casas de shows: o Cabaret Lido e o famosíssimo Moulin Rouge, ambos em Paris, na França.

O Moulin Rouge, creio ser de conhecimento geral, foi a casa de teatro de revista de maior reconhecimento pelo mundo. Fundado em 1889 por Joseph Oller e Charles Zidler, a casa procurava ser um estabelecimento de entretenimento para o público mais diversificado possível, instalado aos pés de Montmatre em uma Paris ainda predominantemente rural, o Moulin Rouge adquiriu fama sem precedentes com as altas classes sociais parisienses, tornando-se um ponto de encontro onde fervia as noites com a presença da vida intelectual e artística da época, como os pintores Toulouse-Lautrec e Renoir.

Os primeiro anos do Moulin Rouge foram de festas espetáculos com alto oferecimento de bebidas e shows de dançarinas que encantavam os frequentadores devido, também a cada vez mais recorrente, nudez das mulheres que se apresentavam. Durantes esses anos, surgiu o estilo de dança que atualmente chamamos de CanCan (aquele em que um dos passos mais tradicionais do estilo é onde a pessoa que se apresenta move os braços de um lado ao outro no rítmo da música, no caso das mulheres segurando a bainha da saia do vestido, e executando um chute ao alto), o que ajudou para que o estabelecimento atraísse ainda mais o público com a sua atmosfera de festa, libertinagem e prostituição.

Após um incêndio em 1915, o Moulin Rouge apenas viria a ser restaurado e reaberto uma década após, pois quem adquiriu o lugar e retomou as atividades foi a atriz e dançarina Mistinguett (Jeanne Bourgeois, 1875-1956), que o transformou de cabaret à um teatro de enorme sucesso, dispondo de 1.500 lugares e que recebeu shows de artistas importantíssimos como Edith Piaf e Yves Montand. Mas durante a Segunda Guerra Mundial, após a saída de Mistinguett da administração, o Moulin Rouge retorna a ser uma casa dançante, conta-se que para os parisienses esta foi a época em que o Moulin Rouge perdeu seu esplendor, mas para o resto do mundo era diferente, por exemplo, o “Guia Ariano” da ocupação nazista, incluía o Moulin Rouge como uma atração imperdível. Eram distribuídos folhetos pela organização alemã Jeder einmal in Paris (numa tradução livre: “de vez em Paris) e que recomendava o cabaret às tropas, como “visita recreativa”. Tal foi a intensidade da prostituição no lugar que foi criada, em 1946, a Lei de Marthe Richard que fechou os prostíbulos e reduziu os espectáculos de cabaret a meros bailes. Em 1951, Georges France comprou o Moulin Rouge e renovou-o, disposto a devolver-lhe o antigo esplendor, iniciativa com imenso sucesso, uma vez que regressaram os bailes, peças e, claro, o CanCan, perdurando até os dias atuais.

O Lido, por sua vez, é considerado o cabaré mais luxuoso de Paris, até por causa da sua localização na Avenida Champs-Élysées, mas também pela qualidade dos ambientes, das bebidas, das refeições e dos espetáculos. Fundado em 1946 pelos irmãos descendentes de italianos, Joseph Clerico e Louis Clerico, o estabelecimento foi ganhando notoriedade pelos seus teatros de revista, mas quando a renomada dançarina, Margaret Kelly Leibovici ou Miss Bluebell, como era seu nome artístico, foi convidada a juntar-se com o coreógrafo norte-americano Donn Arden para produzir os espectáculos em 1947, foi que o cabaré Lido verdadeiramente ganhou fama, tanto que Margaret formou um grupo de dança especialmente para a casa de show, as Bluebell Girls, que viriam a ser um estrondoso sucesso.

Oos exemplares que temos aqui são atuais, acredito que das décadas de 80 e 90, são registros diretos desses lugares e demonstram tudo o que esses cabarés representaram em suas histórias, com fotos, reportagens e entrevistas dos espetáculos, das moças, das vestimentas, das temáticas, das danças, dos ambientes, dos convidados e nos mostra o porquê essas casas de shows serem os ícones que são hoje para todo o globo.


18/05/2018 14:12 por Felipe
Mais uma raridade que chega à Traça. Desta vez a musa dos postos Ipiranga: Ipirela!

A garota-propaganda foi uma sacada de marketing do publicitário Joaquim da Fonseca e da MPM, uma das maiores agências de publicidade do país na década de 60. A inspiração foi baseada na personagem vivida por Jane Fonda no filme Barbarella, de 1968.

Ipirela enfrentou outros mascotes da época, como o Tigre (Esso), o Elefantinho (Shell) e o ratinho (Atlantic).

Aqui, a musa estampa uma carta rodoviária do Rio Grande do Sul 1971/1972. Além disso foi utilizada na divulgação da marca em anúncios de TV e tiras de jornal.

fonte: mundodasmarcas / gaúcha hoje / memória clicrbs



16/05/2018 14:28 por Eliana


Percorrendo a seção de descontos no nosso site, o pessoal aqui do Setor de Cadastro selecionou alguns títulos interessantes para compartilhar com nossos clientes:


Vera - Désirée, de Annemarie Selinko


Eliana - A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera


Alexsander - A arte da guerra, de Sun Tzu


Francisco - Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson


Felipe - Rolling Stone: as melhores entrevistas, de Jann S. Wenner e Joe Levy (orgs.)


Wesley - Cidades de papel, de John Green


16/05/2018 13:48 por Francisco


Passou aqui por nós no cadastro, uma considerável coleção da revista Senhor em estado decente. Essa revista nasceu em 1959, tendo um período de vida curto, encerrando-se em 1964. Encabeçada pelo editor brasileiro Nahum Sirotski, jornalista que trabalhou nos principais veículos midiáticos do Brasil, contando com a Manchete, O Globo, Folha de São Paulo e Zero Hora, a revista Senhor veio com a proposta de ser um compilado luxuoso de manchetes, notícias, publicidade, literatura, história e humor, trazendo colaboradores de peso para as publicações como Clarice Lispector e João Guimarães Rosa, e contribuiu para a ascensão de talentos como Paulo Francis, Sérgio Magalhães Gomes Jaguaribe - ou Jaguar -, Glauco Rodrigues e Carlos Scliar.



15/05/2018 15:19 por Eliana

O escritor americano Tom Wolfe (1931 - 2018), morreu  segunda-feira (14) aos 88 anos.

Considerado um dos maiores e mais inovadores nomes do jornalismo do século 20, Wolfe foi um dos autores mais influentes do New Journalism (ou Novo Jornalismo), movimento que revolucionou a escrita de não ficção a partir da década de 1960 e que teve como expoentes Gay Talese, Truman Copote (1924-1984) e Norman Mailer (1923-2007).

Entre suas obras, destacam-se além de livros-reportagem e coletâneas de não ficção, como "Radical Chique e o Novo Jornalismo" Wolfe escreveu obras de ficção, como "A fogueira das vaidades", originalmente lançado em 1987.



Fonte: G1


14/05/2018 18:35 por Rabujo
Perfeito. Adorei o envenenamento crônico por parasitas inexoráveis! Uma gorda lista desses bichos perigosos me veio imediatamente à memória: bigodudos, barbudos, carecas, cabeludos...

Porém...logo depois o Sr. Rui virou ministro, aconteceu o Encilhamento, e nosso probo e sábio Barbosa se envolveu com a emissão de títulos fraudulentos etc etc...

É mesmo a cara do Brasil, tanto antigamente, como hoje. Mas, como diria o Serginho Cabral, parece que exageramos um pouco nos últimos anos...

14/05/2018 18:26 por Rabujo
De uma edição de Trechos Escolhidos de Rui Barbosa que me caiu nas mãos hoje:

Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes, se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de o explorar  em benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou conjunto de funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a matéria dos povos de moralidade estragada.

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